Segue um assunto interessante, a revolução dos bok´s já começou, pense em algo
estratégico, e alguém já tem prontinho um bok para a estrategia pensada...
Apenas para informação... aos candidados do PMbok, temos concorrentes em todas
as áreas...
A área de TI cada dia conta com mais (e melhores) corpos de conhecimento para
vários papéis de engenharia de software, gerência e outras áreas. Compilo aqui
um conjunto de BOKs de renome reconhecido e de grande valor para projetos de TI.
PMBOK: Clássico corpo de conhecimento do PMI. Atualmente em sua quarta
edição(inclusive em português), compila as melhores práticas para a gerência de
projetos para as áreas de gerência integrada, de escopo, qualidade, custo,
prazo, recursos humanos, aquisições, riscos e comunicações. Outros excelentes
corpos de conhecimento do PMI incluem o corpo de conhecimento para gerência de
portfólios de projetos e o corpo de conhecimento para gerência de programas
(conjunto de projetos relacionados em um tema).
SWEBOK: Iniciativa de grande qualidade do IEEE, traz um excelente conjunto de
referências para informações primárias sobre requisitos, desenho, construção,
implementação, qualidade de software, gerência de projeto, processos de
software, ferramentas e métodos.
BABOK 1.6 e 2.0: Corpo de conhecimento para modelagem de processos de negócio do
Instituto Internacional de Analistas de Negócio.
EABOK: Corpo de conhecimento de arquiteturas corporativos do MITRE. Outros
corpos de conhecimento sobre arquitetura corporativa incluem o
DODAF (do Departamento de Defesa Americano),
MODAF (Governo Inglês),
SEI Feature Oriented Domain Analysis,
TOGAF ( do Open Group) e talvez o mais conhecido deles, o Zachman Framework.
USBOK - Usability Body of Knowledge: Corpo de conhecimento de usabilidade da
associação de professionais de usabilidade.
Estes são os principais e existem outros... muitos outros...
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Revolução dos Bok´s
Seu funcionários sabe administrar o seu salário?
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Gente Boa, Comportamento e Gestão
Empreendedorismo, Vendas e Educação Empresarial e Profissional - Palestras - www.sergiodalsasso.com.br)
Na rota pelo empreendedorismo e competitividade temos que atentar pelas formas do como conduzir nossos desejos transformando as atitudes em algo que resulte a favor, pois as decisões mesmo quando sábias sempre dependem de serem melhoradas e aceitas.
Todo o resultado é algo a ser conquistado pela combinação entre “o como” e “o que” se oferta. O sucesso de uma atividade será facilitado quando nos equipamos de condições que facilitem as relações ao longo da vida profissional, rumo a sua sustentação e evolução.
O que ofertamos provém de algo que originalmente se fez por idéias, que na maioria dos casos são motivadas por aptidões que acreditamos ter, para que possamos estimular os impulsos da partida e seus movimentos rumo aos objetivos e planos executáveis.
Os elos da gestão exigem evoluções nos conhecimentos, para contribuição de melhorias na competência estratégica (entendimento, ação e tiros certos). A evolução estratégica é algo a ser adquirida através da investigação contínua das atividades ligadas a operação (processos, qualidade...), visão gerencial econômica (mercado, vendas, custos...) e financeira (regime de caixa, capital de giro e prazos...).
Conhecer o todo, é parte do esforço para que uma profissão tenha sucesso, mas digamos que tudo isso é parte do tangível de um negócio. O outro lado desta história é o de aprender a incorporar valores que nos transformem em seres comunicadores, de fácil entendimento, de características bem transparentes e aptas na gestão comportamental frente à construção dos relacionamentos, sua integração e aceitação.
A primeira avaliação para um iniciar de ano é a necessária revisão das próprias ausências que se caracterizaram pelos resultados anteriores, começando com os menos satisfatórios. Se você já fez sua analise e identificou erros aprendendo algo com eles, já está no ponto para ser mais assertivo. Daqui para frente seja tudo de melhor, mas não deixe de adicionar umas pitadas de empatia no que está fazendo, ficando mais solto, sem que perca sua direção e objetivos.
A empatia significa que antes de se obter a quantidade e qualidade que se espera, é necessário ter mais harmonia e prazer nos contatos com quem temos que manter e conquistar, de forma a procurar se encontrar sempre com motivos para sorrir além da imagem, tipo como reter satisfação espiritual dentro do mundo que você está criando e acredita.
No resto ficar de cabeça empinada, se achando o tal dono da área, sei lá, mas normalmente acabamos naquela de se perguntar “poxa tava tudo certinho e porque não aconteceu”!
Fonte: www.sergiodalsasso.com.br
Sem união, tudo perde o nome e mais o ser
| Leia, com toda a atenção, os trechos do Sermão do Santíssimo Sacramento, pregado pelo Padre Antônio Vieira (1608-1697), em Santa Engrácia, no ano de 1662. Ele fala sobre a união. Veja como, o que ele diz no século XVII, se aplica aos dias de hoje. “Toda a vida (ainda das coisas que não têm vida) não é mais que uma união. Uma união de pedras é edifício: uma união de tábuas é navio: uma união de homens é exército. E sem essa união, tudo perde o nome e mais o ser. O edifício sem união é ruína: o navio sem união é naufrágio: o exército sem união é despojo. Até o homem (cuja vida consiste na união de alma e corpo) com união é homem, sem união é cadáver. Sucesso! |
Fonte: http://www.anthropos.com.br – Prof. Marins
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Regras da vida

Tese de um pensador russo chamado Gurdjieff. Ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem os experts em comportamento que, quem já consegue assimilar 10 delas, seguramente aprendeu a viver com qualidade interna.
Ei-las:
1. No máximo a cada duas horas de trabalho, faça pausas de dez minutos. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2. Aprenda a dizer "não" sem sentir culpa ou achar que magoou alguém. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
3. Planeje seu dia, mas deixe sempre um bom espaço para improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.
5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.
6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.
7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10.Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.
11.Família não é você: ela está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
12.Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.
13.É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e com quem falar abertamente, próxima de você ou, no máximo, num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.
14.Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.
15.Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16.Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17.A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18.Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19.Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.
20.Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é aquilo que fizer de você mesmo.
fonte: internet
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Comprometimento do profissional depende também da empresa

Pesquisa realizada pelo ISE (Instituto Superior da Empresa) aponta que 36% dos diretores gerais e de RH (Recursos Humanos) que responderam ao estudo consideram a pouca iniciativa por parte dos funcionários um dos problemas mais relevantes para as empresas.
Segundo o professor do departamento de Gestão de Pessoas do ISE, Cesar Bullara, a pouca iniciativa tem relação com o engajamento do colaborador, que só se conquista quando a empresa também se engaja e se compromete com o funcionário.
“A gente só se compromete naquilo que achamos que vale a pena, que nos complemente de um modo, ou que a gente percebe um conjunto de valores”, disse Bullara.
Interesse dos funcionários
De acordo com o professor, para o funcionário se comprometer com a empresa, é necessário que haja três fatores, os quais a companhia precisa reconhecer: salário, satisfação e enriquecimento pessoal.
A remuneração deve ser equivalente ao nível profissional do colaborador e a satisfação, estar relacionada ao tipo de tarefa que o funcionário realiza. Além disso, ele precisa sentir que o que faz vale a pena e que os valores da organização têm relação com os seus.
Contratação
Para 68% dos diretores que responderam a pesquisa, contratar um funcionário é o problema mais relevante. Isso porque é difícil encontrar uma pessoa adequada para o cargo, ainda mais quando se trata da substituição de um profissional que era valioso para a empresa.
Segundo o professor, essa dificuldade sempre estará presente, porque o mercado está cada vez mais competitivo.
Outros problemas
Ainda na pesquisa, diretores gerais e de RH apontaram outros problemas, como falta de compromisso por parte dos funcionários (27%), absenteísmo (23%), dificuldade para conciliar trabalho e família (17%), resistência dos funcionários à mobilidade geográfica (15%) e baixas por stress (9%).
FONTE:WWW.ADMINISTRADORES.COM.BR
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Desmembramento da área de TI - Gartner

Uma revolução corre pelos departamentos de TI mundo afora. A exemplo de um organismo vivo, o Gartner percebe a área dividindo-se em cinco células organizadas por diferentes princípios e objetivos. Em comum: todas miram as estratégias e objetivos de negócios. Na visão de Cassio Dreyfuss, vice-presidente do instituto, os departamentos de tecnologia se dividirão em grupos de gestão da demanda, soluções, suprimentos, serviços compartilhados e coordenação.
"O grupo de gestão da demanda é composto por aquele cara que olha para o negócio, entende a estratégia e fica de costas para a tecnologia", explica o especialista. Na sequência, aparece o time de soluções, o mais alinhado possível no objetivo de propor as inovações que alavanquem mercado. Os profissionais de suprimentos garantem as ferramentas necessárias e a equipe de serviços compartilhados parte em busca dos níveis de produtividade. Enquanto isso, o papel da gestão é participar das diretrizes corporativas e integrar todos esses processos.
De acordo com o VP, das 10 tecnologias apontadas pelo Gartner como tendência para os próximos anos, pelo menos sete têm impacto direto nos negócios. Outro ponto de destaque é que o processo de inovar fincará - de uma vez por todas - suas raízes no cotidiano da TI. "A inovação será empurrada pela tecnologia e precisará ser puxada pelos negócios", ilustra Dreyfuss, apontando que o papel do CIOs nesse contexto é equilibrar esses pontos à estratégia corporativa, estabelecendo interação e conexões.
Todas essas mudanças, justifica o especialista, têm relação direta com a relação dos usuários frente à tecnologia. "Os conhecimentos, antes exclusivos a TI, chegaram a áreas de negócio", enfatiza, apontando que cada vez menos o departamento será detentor de conhecimentos específicos. "Sobra a esses profissionais uma compreensão mais completa de onde estão inseridos, o que lhes permite criar a arquitetura compatível para a construção da estrutura que suporta o negócio". Falar o idioma do negócio emerge como fundamental.
O perfil das equipes de TI mudará. O profissional precisará novos domínios de conhecimentos que vão muito além da técnica e contemplam uma porção de atividades que tradicionalmente não eram valorizadas. Dreyfuss destaca a importância da capacidade de relacionar-se para ter sucesso nessa nova estrutura, uma vez que a interação com as áreas de negócio, com os provedores e com grupos de ação tende a se intensificar. O especialista acredita que esse processo de desmembramento do modelo tradicional será perceptível em cerca de dois anos.
Leia mais:
O Gartner realiza em São Paulo desta terça-feira (15/9) a quinta-feita (17/9) a XIV Conferência Anual Futuro da Tecnologia. Confira todas as notícias sobre o evento.
fonte: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=60914&utm_source=itweb&utm_medium=portal&utm_content=tickersite
