segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Diferença entre conhecer e saber!

Diferença entre conhecer e saber!

 

Existe uma diferença entre conhecer e saber. Na administração estas palavras causam em muitos casos um impasse. Apenas conhecer o processo não lhe dá garantias de sua exatidão. Muitas empresas conhecem o processo e teimam em fazer o mesmo, por não saber “fazer diferente”. Em alguns casos é necessário inovarmos acompanhando as novas tecnologias e, sobretudo melhorarmos continuadamente.

 

O saber proporciona este grau de maturidade organizacional encaminhando a empresa rumo ao alcance de suas diretrizes. Uma forma clara de expormos estes conceitos é justamente perguntamos para nós mesmos e para a organização.

 

“Até que ponto se conhece o nosso negócio?” Para uma resposta assertiva, precisamos além do conhecimento do negócio, a sabedoria para sermos eficientes em nossa resposta.

 

Quantas empresas hoje fabricam, mas desconhecem o seu processo. A sabedoria em mapear os processos da organização deve ser utilizada a favor da organização.

 

Zezinho é um excelente vendedor, do tipo que vende “avião caindo”. Ele trabalha para a empresa “Alfa” e seu conhecimento, comprometimento e habilidades sempre lhe proporcionam a satisfação de metas vencidas! A organização que possui sabedoria consegue comungar da experiência de “Zezinho” e a compartilha com o seu grupo de vendas. Neste momento a sabedoria inova utilizando o que há de melhor dentro da sua própria equipe. Isto certamente será apreendido e compartilhado com visão de negócio da organização.

 

Por outro lado a empresa que não aprende com seus membros não consegue mapear os seus processos deixando à deriva o potencial de seus “zezinhos”; os “zezinhos” se vão, e com ele o conhecimento! Não houve sabedoria para o aprendizado e certamente esta empresa será “engolida” por seus concorrentes que aprendem.

 

Lembre-se em sua empresa existem vários “zezinhos” e o que sua empresa aprende com eles? Saber vai além de simplesmente conhecer; sendo traduzido por aprender, gerir melhores práticas, e reter os “zezinhos” que fazem a diferença de sua organização.

 

Conhecimento é saber que o tomate é uma fruta. Sabedoria é não colocá-lo em uma salada de frutas!

 

Tenham uma boa semana de trabalho...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Exportando Sapatos - Oportunidade ou Fracasso?

Uma grande empresa de sapatos enviou dois consultores para Índia para locais diferentes para fazerem as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

 

Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou um faz dizendo: “ Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para Índia, Aqui ninguém usa sapatos”.

 

Sem saber deste fax, alguns dias depois, o segundo consultor mandou o seu: “Senhores, tripliquem o projeto de exportação de sapatos para Índia, Aqui ninguém usa sapatos, ainda!

 

Moral da história:

 

A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:

 

“Os tristes acham que o vento geme, os alegres acham que ele canta!”

 

As oportunidades podem ser as mesmas e o que muda é a sua forma de ver! O mundo é um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida faz toda a diferença.

 

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Vestibular...


21/10/2010


Hoje é um dia diferente... você passou no vestibular...

e estou muito feliz por saber que você é esta pessoa dedicada e objetiva no que pretende realizar...

Você é uma mocinha inteligente e merecedora de novos desafios e conquistas...

E nesta ocasião tão especial desejo por “todos” que gostam de você,


Muito sucesso a partir de agora!!!

SPS

sábado, 22 de maio de 2010

Workholic e Worklove

Trabalhar cerca de 12 horas por dia e perder finais de semanas inteiros tentando terminar um trabalho pode sim dar prazer e satisfação a uma pessoa e torná-la mais feliz. Essa pessoa é um worklover (pessoa que ama o trabalho). A tese é defendida pelo Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB (Universidade de Brasília) e é fruto de anos de pesquisas das relações entre o trabalho e o prazer. A idéia é modificar a crença de que toda pessoa que trabalha demais é um workaholic, ou seja, um viciado em trabalho que acaba afetando de modo negativo todos os outros aspectos da sua vida.

Mas o que exatamente marca a diferença entre uma definição e outra? De acordo com o coordenador do laboratório da UnB, professor Wanderley Codo, o workaholic encontra no trabalho uma maneira de fugir da vida, de não enfrentá-la. Em geral, esse indivíduo não encontra satisfação em sua vida sexual, afetiva e familiar. Tem poucos amigos ou dificuldades de se relacionar e, ao invés de tentar resolver essas questões, "mergulha" no trabalho onde não encontra tais dificuldades, tornando-o uma obsessão. "Já o worklover não, ele pode passar tempo demais dedicado ao trabalho, mas não foge da vida por causa disso. Essa pessoa dificilmente consegue separar o prazer ou lazer do que é trabalho. Trabalhar para ele é uma diversão", afirma o coordenador.

Segundo a definição do estudo, o worklover tem ótimas relações fora do ambiente de trabalho. A sua realização profissional até o ajuda em todas as outras relações sociais como nos relacionamentos amorosos. "Estar satisfeito com o que se faz é uma das maneiras essenciais de um ser humano adulto ser saudável, já que o trabalho - que toma a maior parte do dia - certamente tem influência sobre a saúde mental", diz Codo.

Profissionais que tornam-se worklover, segundo Codo, são aqueles que têm uma autonomia maior em suas tarefas profissionais. "Eles sentem que podem modificar o mundo com seu trabalho", afirma o coordenador, que se autodenomina um worklover. Profissões cuja rotina não faz parte do dia-a-dia, como professores, jornalistas e médicos, têm maior tendência a criar "apaixonados".

A falta de importância ou representatividade de um trabalho impede que um indivíduo encontre satisfação nele. Um exemplo, segundo Codo, são os bancários. Uma pesquisa recente realizada pelo laboratório, que inclusive será publicada em forma de livro, detectou que estes profissionais sofrem da chamada "síndrome do vazio". "Isso ocorre quando não se reconhece o produto do trabalho. Uma das melhores frases que ouvi de um bancário foi que ele `começa o dia com zero e termina com zero´. Não existe uma importância social no trabalho de um caixa, por exemplo.

O trabalho a fundo

Na psicologia o trabalho é o conceito dado a uma dupla relação de transformação entre o homem e a natureza geradora de significado. Mas o mesmo trabalho pode causar sofrimento, caso o circuito de geração de significado seja quebrado. Em outras palavras, o que o indivíduo produz tem que ter alguma importância para que ele se sinta realizado. De acordo com Codo isso pode acontecer, por exemplo, em fábricas nas quais o empregado apenas aperta parafusos e não participa da cadeia inteira da produção, ou ainda quando o indivíduo faz algo que não concorda e somente segue ordens. "Quando isso ocorre é o fim de qualquer relação, seja afetiva, social ou amorosa. A pessoa sofre de verdade", afirma.

Quando o trabalho cai na rotina, pode gerar dúvidas no indivíduo. Mas segundo Codo, a relação pode voltar ao normal com novos estímulos como mudanças de atitude ou de função.

Apaixonado pelo que faz, o professor e biólogo Martim Sander fala com alegria contagiante do trabalho que desenvolve há mais de vinte anos estudando e mapeando diversas aves e animais marinhos. "A maior sensação de prazer é quando se desvenda mistérios. Nesse meu trabalho lido sempre com novas descobertas."

Na sua rotina não existem muitos horários fixos a não ser os das aulas, que dá com o mesmo prazer com que realiza suas pesquisas de campo. "Não uso livros, uso a minha própria pesquisa e acredito que com isso consigo tornar as aulas mais interessantes para os alunos e para mim também", destaca. O professor diz ser capaz de passar dias quase sem dormir para terminar um trabalho no qual está envolvido demais. Já esteve 16 vezes na Antártida e em uma delas a estadia durou mais de 80 dias. Mas o professor afirma que não ama o ato de trabalhar em si e sim o tipo de trabalho que realiza. "Eu amo as aves, a verdade é essa! Se tivesse que realizar o mesmo tipo de trabalho com peixes, por exemplo, não sentiria tanto prazer e nem me dedicaria tanto."

Saúde mental

Especialista em saúde mental, o professor e pesquisador da Unicamp (Universidade de Campinas) e da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas), José Roberto Heloani, afirma que ama o seu trabalho, mas não se considera um worklover porque não concorda com o termo. "Isso não existe. O que existe é o indivíduo que trabalha com prazer e consegue equilibrar todos os campos da vida. Trabalhar em demasia acaba gerando um estresse de qualquer maneira, mas se esse estresse pode ser positivo se o indivíduo se sente realizado no que faz", afirma.

Na opinião de Heloani, infelizmente, a grande maioria das pessoas está insatisfeita com o trabalho e muitos acabam se torturando psicologicamente. "A cobrança é tão grande que essas pessoas dedicam tempo demais ao trabalho para conseguir alçar objetivos. Essa pessoa pode deixar em segundo plano os outros aspectos da vida e isso, a longo prazo, pode ser perigoso", diz. "Sabe-se hoje que tanto o trabalho quanto a diversão em proporções satisfatórias são critérios para avaliar um funcionamento psíquico saudável."

Para quem está insatisfeito com o trabalho ou a posição que ocupa profissionalmente, o especialista dá uma dica: "pense que isso é passageiro". A estratégia funciona principalmente para quem está no posto de estagiário ou de trainee. "Tenha em mente que o que está fazendo é temporário e que está trabalhando para que, no futuro, possa realmente sentir prazer no que faz". Mas Heloani alerta que isso só funciona se o indivíduo em questão tiver objetivos traçados. "Isso não adiantará se você não souber o que quer", finaliza.
 
"Nenhum vento é favorável, quando não se sabe para onde vai!"
Fonte: Crislaine Coscarelli - internet - http://www.universia.com.br
Nimbo

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ser capaz de aprender e corrigir os próprios erros

Uma grande amiga, teve a oportunidade de ler alguns post´s deste blog.

Graças ao seu pronunciamento, tive a oportunidade de me deparar com um conceito antigo...

Minha avó dizia “Quem conta o conto, aumenta um ponto”, isto serve para a administração e para nossas próprias vidas... Muitas vezes não nos atentamos as coisas que nos são passadas e apenas replicamos, em alguns casos, replicamos de forma errada ...  Estes GAP´s podem causar em uma organização sérios danos morais e físicos.

O certo é que com isto aprendemos muito!

Tanto no profissionalismo como no âmbito organizacional, quando temos certeza de um fato, devemos pronunciar com embasamento das informações.

Assim peço desculpas à todos pelo texto “ 7 Dicas de Gestão Empresarial” no terceiro caso o Salmo 129, foi erroneamente divulgado e interpretado, sendo corrigido agora.

Salmo 129

Para se livrar das traições e dos traidores e alcançar a harmonia e a compreensão para viver em paz.

1 Gravemente me angustiaram desde a minha mocidade, diga agora Israel;
2 gravemente me angustiaram desde a minha mocidade, todavia não prevaleceram contra mim.
3 Os lavradores araram sobre as minhas costas; compridos fizeram os seus sulcos.
4 O Senhor é justo; ele corta as cordas dos ímpios.
5 Sejam envergonhados e repelidos para trás todos os que odeiam a Sião.
6 Sejam como a erva dos telhados, que seca antes de florescer;
7 com a qual o segador não enche a mão, nem o regaço o que ata os feixes;
8 nem dizem os que passam: A bênção do Senhor seja sobre vós; nós vos abençoamos em nome do Senhor.

Atenciosamente,

Nimbo.
SPS

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sete dicas de gestão empresarial

1- Um rapaz vai a uma farmácia e pergunta:

Tem preservativo? Minha namorada me convidou para jantar esta noite na casa dela.

O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai. De imediato, volta, dizendo:

Senhor, dê-me outro. A irmã da minha namorada é uma gostosona, vive cruzando as pernas na minha frente. Acho que também quer me dar...

O homem dá o preservativo ao jovem. Ele volta, dizendo:

Quero outro. A mãe da minha namorada também é boa pra caramba. A velha vive se insinuando, deve ser mal comida, e como eu hoje vou jantar lá na casa delas...

Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente. Neste instante entra o pai da namorada. O rapaz baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:

- Senhor, abençoa estes alimentos, blá,blá.. Damos graças por estes alimentos...

Passa-se um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando: - Obrigado Senhor...blá,bla...

Passam-se cinco minutos : - Abençoa Senhor este pão... Todos se
entreolham surpreendidos, e a namorada lhe diz ao ouvido:

Meu amor, não sabia que eras tão religioso...

E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!

Conclusão: Não comente os planos estratégicos da empresa com
desconhecidos, porque essa inconfidência pode destruir a sua própria organização.

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2- Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando.

A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas..

Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira.. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz: - Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!

Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.

Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:

- Quem era?

- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.

- Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?

Conclusão: Se você compartilha informações a tempo, pode prevenir exposições desnecessárias.

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3- Um padre está dirigindo por uma estrada quando vê uma freira em pé, acostamento.

Ele pára e oferece carona. A freira aceita. Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas.

O padre se descontrola e quase bate com o carro. Depois de conseguir controlar o carro e evitar o acidente, ele não resiste e coloca a mão na perna da freira. A freira olha para ele e diz:

- Padre, lembre-se do Salmo 129! O padre, sem graça, se desculpa:

- Desculpe Irmã, a carne é fraca.... E tira a mão da perna da freira.

Mais uma vez a freira diz:

- Padre, lembre-se do Salmo 129!

Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso
enigmático, desce do carro e entra no convento.

Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz:

'Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso'.

Conclusão: Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, pode perder excelentes oportunidades.

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4- Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.

Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um Gênio. O Gênio diz:

- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!

- Eu primeiro, eu primeiro.' grita um dos funcionários... Eu quero
estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida ' ..

Pufff e ele foi ....

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:

- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de piñas coladas!

Puff e ele se foi ....

- Agora você - diz o gênio para o gerente..

- Eu quero aqueles dois palhaços de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

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5- Na África, todas as manhãs, o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão, se quiser se manter vivo.

Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais do que o veadinho, se não quiser morrer de fome.

Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer, você tem que começar a correr..

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6- Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.

Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:

- 'Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?'

O corvo responde, sorrindo:

- 'Claro, porque não?'

O coelho senta no chão embaixo da árvore, e relaxa.

De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

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7- Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.

No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que
provavelmente invadiram suas terras.

Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:

- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:

- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de
atingirmos nossos objetivos mais rapidamente. 


fonte: grupo de emails internet



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ostra Feliz não faz Peróla

Rubem Alves é um escritor brasileiro que em seu livro “Ostra Feliz não Faz Pérola” diz que só conseguimos produzir quando temos alguma coisa nos incomodando, como a pérola, que é uma defesa da ostra.





Se fizermos uma comparação com nossa vida, podemos utilizar essa analogia para comparar os atos que fazem grande diferença, da inércia profissional, e zona de conforto. Os grandes poetas antigos, afirmavam que, só era possível compor letras, poesias e músicas extraordinárias depois de uma desilusão, uma tristeza e algum sofrimento.
Caso contrário, o trabalho ficava sem algo a mais, sem nenhum apelo, e acabava não fazendo sucesso. Até hoje é essa tradição ou boato tem espaço na mídia e, muitos artistas continuam concordando com essa vertente.

Por outro lado, empresas que estavam mergulhadas na crise, com grande risco de demissão em massa, no final de 2008, conseguiram cruzar a linha do segundo semestre de 2009 com um pequeno crescimento. Isso acontece, porque, devido à crise, os esforços dos funcionários tiveram que aumentar, para que a empresa não sofresse tanto com a recessão e seus empregos fossem assegurados.
Com isso, eles tiveram que fazer mais do que antes, para entregar o mesmo resultado. Com a promessa do fim da crise e o re-estabelecimento de algumas empresas, foi possível, além da recuperação um pequeno índice de crescimento, como demonstram as bolsas e os indicadores econômicos do país.

O que isso tudo quer dizer?

Quer dizer que quando somos exigidos, ou exigimos mais de nós mesmos, somos obrigados a entregar MAIS. Por isso, a única alternativa é sermos indivíduos incomodados, cobrando sempre mais de nós mesmos. Não é preciso apenas cobrar mais.
No final do dia, temos que estar melhores do que o dia anterior e, ainda por cima temos que ter tirado uma lição. Temos que aprender algo novo diariamente e se, no final do dia, ao fazermos a nossa reflexão diária sobre o que aprendemos e sobre o que fizemos a mais do que o dia anterior, a nossa resposta tem que ser positiva. Ou seja, temos que ter, todo o dia aprendido alguma coisa nova, conversado com pessoas novas, lido coisas novas, feito coisas que não gostamos para que, no final do dia, tenhamos terminado melhor do que iniciamos.

Assim, se você não gosta de ler, obrigue-se a estudar pelo menos uma hora por dia. Se não gosta de escrever, force-se a escrever vinte minutos por dia. Se não gosta de participar de reuniões, comece participando das reuniões de dentro de sua empresa. Assim, quando começamos a dar mais do que estávamos acostumados a dar, conseguimos também, fazermos mais do que estávamos acostumados a fazer.
Se todo o dia for igual ao outro, no final do mês, do semestre, do ano, da vida, não teremos feito nada de extraordinário, não teremos feito nada além do que aquela conduta mediana e nada além da nossa obrigação. Ficar na média, fazer apenas nossa obrigação, sem esforço, nem nenhuma cobrança (interna ou externa), não nos vai permitir produzir nenhuma pérola.

Portanto, o segredo é NUNCA se contentar com o resultado mediano. Não há segredo, não há macetes nem atalhos. O resultado só é obtido com trabalho duro, estudo, e sempre nos doarmos um pouco a mais. Eu gosto muito de brincar com o fato de que todas as pessoas pensam em progredir no futuro, mas pouquíssimas pessoas realmente estão fazendo algo pelo futuro.
Se você está esperando aquela promoção e não consegue, deve ser porque não está fazendo nada extra. Se você quer um plus, precisa dar algum extra em troca. Se a promoção saiu para outra pessoa, deve ser porque os esforços dela, em algum sentido, em algum ponto, foram maiores do que os seus.

Ok, ok. Eu estou falando aqui de funcionários e empresas profissionais. Obviamente que por aí existem inúmeras empresas onde, quem cresce é quem faz mais o joguinho da política e da demagogia, portanto descarte, porque será impossível crescer.
Neste caso, o único remédio é partir para outra oportunidade, e continuar sempre entregando mais do que é pedido.

Sirva de exemplo para você mesmo, para a sua família e para todos os que trabalham ao seu redor. Estar incomodado é querer que cada dia vivido signifique uma evolução no final.
Assim, cada dia serve de aprendizado, estímulo e força para dar o próximo passo. Esteja incomodado. Não aceite condutas medianas, resultados medianos, idéias medianas, respostas medianas, pessoas medianas, nem rotinas medianas.
Pense sempre um pouco mais, pergunte um pouco mais, trabalhe, leia, estude, viva, esforce-se sempre um pouco mais.

Dizem os estudiosos que, uma conduta demora, aproximadamente, 21dias para se transformar em um hábito. Daí, quando você se acostuma, quando as coisas começam a virar rotina e a cultura do incomodismo estiver impregnada em você, será muito mais fácil produzir pérolas sem precisar se machucar, sem precisar de pressão, sem precisar sofrer.
Por que é disso que as empresas precisam: de funcionários incomodados, de pessoas comprometidas, com sentido de urgência e sem tempo a perder. É de empreendedores assim que a sociedade e que as empresas precisam.
Seja dentro ou fora das empresas, seja empreendedor, seja a diferença, seja o exemplo e faça aquilo que precisa ser feito, sempre um pouco mais, por você, pelos outros e pelo seu presente.

Caso contrário, não venha depois me perguntar o que estava errado, ok?

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo!
Fonte: Ostra feliz não faz peróla – Rubens Alves
Comentários do texto: internet