segunda-feira, 23 de julho de 2018

Qual a chave do sucesso

Qual é a chave do sucesso?



Por que algumas pessoas alcançam o sucesso enquanto outras falham miseravelmente? Earl Nightingale, famoso orador e escritor já falecido, definiu a chave do sucesso em apenas sete palavras. E veja só que coisa interessante: as mesmas sete palavras também são a chave do fracasso. Quais são essas palavras?

Nós nos transformamos naquilo em que pensamos.?

Vamos dar uma olhada mais de perto em como os pensamentos criam realidades. Se você pensa constantemente em um resultado particular, provavelmente tomará passos que irão aproximá-lo do seu objetivo.

Por exemplo: se, hoje, você ganha 30 mil reais por ano e focar intensamente na quantia de 50 mil reais anuais, eventualmente achará maneiras de chegar a esse valor.

A idéia de que nós nos tornamos o que pensamos também já foi denominada Lei do Pensamento Dominante. De acordo com o expert motivacional dr. Denis Waitley, existe um poder dentro de nós que nos empurra em direção aos nossos pensamentos dominantes. A palavra-chave aqui é dominante. Você não pode esperar resultados positivos se gastar dez segundos por dia com pensamentos positivos e passar as outras 16 horas em que estiver acordado mergulhado em sentimentos negativos.

Veja duas coisas que você pode fazer para ajudá-lo a se tornar mais positivo e conseguir os resultados que está procurando. No mínimo, dedique-se a tomar estas ações pelos próximos 30 dias:

- Passo 1 ? Leia, todos os dias, alguma coisa positiva e inspiradora. O ideal é fazer isso por 15 minutos de manhã, antes de sair para o trabalho, e mais 15 minutos à noite, antes de dormir. Existem milhares de livros e sites sobre o assunto, basta achar alguma coisa que se encaixe com suas preferências pessoais. Pode ser a Bíblia, textos espirituais ou, até mesmo, biografias de pessoas famosas. Você encontrará uma grande seleção de livros de sucesso nas seções de psicologia ou auto-ajuda de qualquer livraria.

- Passo 2 ? Ouça, todos os dias, fitas motivacionais. Você pode escutar as fitas no carro ou no ônibus (usando ?walkman?), em casa ou na ginástica. O importante é a repetição. Quando você ouve várias vezes essas mensagens positivas, elas se tornam parte dos seus dias e você começa a colocá-las em prática para melhorar sua vida. As mensagens vão fazê-lo pensar sobre os princípios de seu próprio sucesso, todos os dias. É claro que as fitas não substituem a ação. Mas só depende de você colocar essas idéias em ação.

Se você ler e ouvir coisas positivas todos os dias, durante pelo menos um mês, perceberá uma diferença fenomenal em sua vida. Posso lhe garantir pessoalmente que essas técnicas funcionam, se você tiver a disciplina de fazer isso por 30 dias seguidos.

Fonte: Grupos da internet - Raúl Candeloro

Kotler: 5 passos para o sucesso em marketing

Confira as dicas da maior referência mundial em marketing, o professor Philip Kotler, da Harvard University, para atingir o topo nos negócios. Ele também estará no Fórum Mundial de Marketing e Vendas.


Philip Kotler é professor de Marketing Internacional da Kellogg School of Management, da Harvard University, há mais de 20 anos. Ele será um dos palestrantes do Fórum Mundial de Marketing e Vendas 2009, que acontece nos dias 19 e 20 agosto, organizado pela HSM.
Confira ,a seguir, o que esse especialista entende como os cinco passos para o sucesso em marketing:


1. Chegue sem ser pego pelo radar. A chave para a construção da marca é ter algo bom, que você revela de maneira muito inteligente. Algo que seja até mesmo invisível por um tempo, porque você quer estar fora da tela do radar dos concorrentes.


2. Conheça seu cliente. Você tem que entender e escolher os clientes que você quer atender. Não vá, simplesmente, atrás de todo mundo. Defina o mercado-alvo cuidadosamente por meio da segmentação de mercado e, então, posicione-se como diferente e como superior para aquele alvo específico de mercado.


3. Tenha sua estratégia de branding. Nós não estamos mais em um estado de concorrência; estamos em uma condição de hiperconcorrência. Então, as pessoas estão desesperadamente em busca de algo a que se agarrar, como itens funcionais dos produtos e apelos emocionais a eles. Deveríamos pensar em ter uma palavra, ou uma frase, que ajudasse a construir retenção e lealdade por parte dos clientes.


4. Permaneça à frente da concorrência. O ruim é que, se algo funcionar, seus concorrentes vão copiar e, antes que você perceba, qualquer coisa que você tenha como diferencial será imitada pelos outros. Portanto, você está no ramo da inovação constante. Pergunte-se o tempo todo: “Daqui a três anos, qual será nosso diferencial?”


5. Crie uma experiência. De vez em quando, vemos que alguém desenvolveu uma abordagem totalmente nova para um mercado maduro. Há um grande movimento no sentido de dizer “nós não estamos apenas acrescentando serviços ao nosso negócio e ao nosso produto; estamos, na verdade, tentando criar uma experiência”. Estamos no negócio do desenvolvimento de experiências.


HSM Online - 19/06/2009

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Frases de ânimo

A maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo;  

Como seria bem vindo, uma pitadinha de ânimo e felicidade! Marcelli Neris
  

A única coisa que me dá ânimo de viver é a esperança de que amanhã tudo pode ser diferente….Que eu posso fazer diferente!
  

domingo, 18 de dezembro de 2011

Cloud computing - Cloudomia

Se há um assunto predominante hoje na área de tecnologias de informação e comunicação- TICs, este assunto é a cloud computing – computação na nuvem. Mas um tema pouco presente nestas discussões são os aspectos do comportamento humano inerentes a uma mudança de paradigma tal profunda, como esta da migração para a cloud. Mas vejamos que algo está começando a ser considerado!




Em 2008, Joe Weinman, Strategic Solutions Sales VP (Vice-Presidente de Vendas de Soluções Estratégicas) da AT&T Global Business Services, dos EUA, publicou o artigo intitulado “The 10 Laws of Cloudonomics” (As 10 Leis da Economia da Cloud Computing)(ver aqui). O texto foi uma tentativa do autor de enfrentar as questões da economia da cloud computing, baseando-se fortemente no que se reconhece na literatura econômica como sendo a Economia Neoclássica.

Em junho deste ano o mesmo autor publicou um artigo relacionado, intitulado “Lazy, Hazy, Crazy: The 10 Laws of Behavioral Cloudonomics” (Preguiçoso, Obscuro e Desequilibrado: As 10 Leis da Cloudonomia Comportamental)(ver aqui). Neste artigo o autor teve a intenção de incorporar as recentes contribuições da Economia Comportamental, onde anomalias psicológicas modulam a racionalidade pura. Para o autor a compra e a adoção de clouds não são menos sujeitas ao comportamento humano, daí ele ofereceu as 10 Leis da Cloudonomia Comportamental.

De acordo com as teorias da expected utility (utilidade esperada) e da rational choice (escolha racional), assume-se que o Homo sapiens pondera os custos e benefícios de um modo frio e calculista, e seleciona a opção com a maior recompensa esperada. No entanto, o Prêmio Nobel de Economia de 2002, Prof. Daniel Kahneman, e outros, têm demonstrado que o mundo real é diferente, e que a Terra não é Vulcano (*). Como o Weinman reforça, apesar de não serem estes os termos do Prof. Kahneman e outros acima apontados, é possível descrever o comportamento humano como sendo preguiçoso, obscuro e desequilibrado. Preguiçoso, por minimizar os custos (em dólar real) físicos, cognitivos e emocionais; obscuro, ao usar heurística (aproximações sucessivas) e rules of thumb (regras práticas) mais do que cálculos precisos; e desequilibrado, ou, como o Prof. Dan Ariely, do MIT/EUA, diz em seu livro do mesmo nome, “Predictably Irrational” (Previsivelmente Irracional).

Com isto em mente, Joe Weinman desejou rever alguns dos vieses cognitivos mais relevantes da cloud computing. Isto deve ser do interesse dos provedores de serviços da cloud, à medida que eles podem ser barreiras intangíveis à aceitação da cloud computing, e para consumidores, que podem reconhecer estes comportamentos e moderar seus impactos.

Logo, as 10 Leis da Cloudonomia Comportamental são, então:

1- Aversão ao Risco e Perda - Há assimetrias emocionais e perceptivas entre perdas e ganhos. Uma perda é mais dolorosa do que um proporcional ganho é prazeroso: perder uma nota de US$ 10.00 pode ser mais irritante do que o fato de achá-la pode ser gratificante. Certamente os CIOs devem exercitar a devida diligência com respeito às iniciativas propostas de cloud, mas eles devem também estar conscientes de que estas assimetrias podem causar preocupações que devem ser contrapostas aos benefícios, tais como a redução do custo total e o incremento da agilidade;

2- Viés Flat-Rate (Taxa Fixa para o Serviço) – Um efeito da aversão à perda é que os consumidores freqüentemente preferem planos flat-rate mesmo quando o modo pay-per-use (pagar pelo uso) custasse menos. Com flat-rates ou up-front capital expenditures (gastos de capital antecipados), as cobranças nunca são questionadas. A precificação pay-per-use (pagamento pelo uso) da cloud por recursos sob demanda reduz tipicamente os custos totais aumentando a escalabilidade, mas o prazer de um dólar poupado pode não superar o medo de que a perda de auto-escalar dê errado. Pequenas soluções de flat-rate, monitoração e relatoria, e gestão de auto-escalonagem com limites de capacidade máxima podem ajudar;

3- Necessidade de Controle e Autonomia- O autor David Rock relata que as pessoas têm uma necessidade profunda de controle sobre os seus ambientes, ou elas podem exibir “desamparo” e “encurtamento de tempo de vida”. Possuindo um data center pode oferecer a percepção de grande controle sobre ativos, tornando painéis de controle, portais, políticas transparentes e gestão “fina-flor” essencial para provedores de cloud. Autonomia- “Posso fazer eu mesmo!”- é um importante acelerador para cloud computing. Desenvolvedores podem autonomamente contratar recursos de infraestrutura, e serviços de plataformas podem possibilitar a democratização da TI;

4- Medo da Mudança- David Rock também observa que as pessoas são freqüentemente desconfortáveis com incerteza e, portanto, temem mudanças. A cloud oferece não somente novas tecnologias, mas novos modelos de negócios e de organização. Conseqüentemente, superar a inércia do modelo tradicional de ativo possuído pode requerer tentativas livres, políticas de privacidade inalteradas e explícitas, e/ou garantias de preço plurianuais;

5- O Efeito Dotação- As pessoas valoram bens que elas já possuem mais do que elas deveriam pagar para adquiri-los. Dan Ariely mostrou que para o mesmo bilhete (difícil de adquirir) de jogo de basquete do Duke, estudantes estavam desejosos de pagar cerca de US$ 170.00, mas não estavam desejando vendê-los por menos de US$ 2,400.00. Adicionando o choice-supportive bias (viés de escolha incentivada)(**), que racionaliza opções selecionadas e desconta as não-selecionadas, e uma resistente apreciação pelos ativos de TI e de organização existentes pode ser entendida;

6- O Viés do Status Quo e o Escalonamento do Compromisso- Mais do que tudo, nós tendemos a preferir coisas do modo que elas sempre foram, e a investir quantidades adicionais em estratégias passadas que nos já perseguimos. Novamente, isto pode levar à inércia retardando a adoção de novos enfoques;

7- Descontos Hiperbólicos e Gratificação Instantânea- As pessoas tendem a descontar riscos e benefícios futuros hiperbolicamente (***), isto é, mais agudamente do que os textos de contabilidade ensinam; um biscoito de chocolate é muito mais valioso agora do que em uma hora. Isto é bom para a cloud, que promete gratificação instantânea via serviços sob demanda. Além do mais, a “dor” do pagamento é postergada, então descontada;


8- O Efeito Preço-Zero- Dan Ariely argumenta que zero é especial. As pessoas prefeririam receber um certificado de presente de US$ 10.00 grátis (um ganho de US$ 10.00) do que pagar US$ 7.00 por um certificado de US$ 20.00 (um ganho de US$ 13.00). Isto também beneficia a cloud, uma vez que up-front costs (custos de adiantamento) são tipicamente eliminados;

9- Necessidade de Status- David Rock aponta que os humanos e outros primatas sociais têm detectores refinados e esquisitos. Para a adoção de cloud, o status associado com gerenciamento de uma grande organização de TI com uma base de ativos substancial necessita ser trocado pelo status derivado de ser percebido como um inovador através do suo de serviços da cloud;

10- Paradoxo da Escolha (****) - o comércio na web possibilitou uma mudança de poucos grandes hits para um long-tail (cauda longa) de escolhas sem fronteiras. No entanto, muitas escolhas podem causar paralise pela análise, reduzindo vendas. Poucos pacotes, mais que ilimitada configurabilidade, pode ser melhor para aumentar as receitas do provedor de serviços.

Enfim, a Cloudonomia Comportamental- a intersecção da Psicologia, Economia, e a Cloud- pode nos ajudar a fazer mais pela cloud e a entender e enfrentar as barreiras para sua adoção.

Fonte: http://www.creativante.com/index.php?option=com_content&view=article&id=53:a-cloudonomia-comportamental&catid=3:2010&Itemid=16

Evidência Empírica sobre Empresas Inovadoras

Muito se tem falado nos dias atuais sobre inovação e sobre empresas inovadoras. Mas afinal, qual é, de fato, a evidência que se tem sobre a estrutura e a dinâmica das empresas inovadoras? Para uma resposta a esta questão nada melhor do que um bom artigo internacionalmente reconhecido, e, particularmente, quando publicado em uma revista de classe mundial.




O artigo em questão se intitula Innovating Firms and Aggregate Innovation (Empresas Inovadoras e Inovação Agregada), produzido pelos economistas Tor Jakob Klette (falecido em agosto de 2003, e que foi da University of Oslo e do Centre for Economic Policy Research) e Samuel Kortum (da University of Minnesota, do Federal Reserve Bank of Minneapolis, e do National Bureau of Economic Research, nos EUA), e publicado no Journal of Political Economy, 2004, vol. 112, no. 5.



O trabalho desenvolve um modelo de inovação para confrontar a evidência ao nível da empresa. O modelo captura a dinâmica de empresas heterogêneas, descreve o comportamento de uma indústria com entrada e saída de empresa, e apresenta um modelo de equilíbrio de mudança tecnológica.



Mas o que mais diz respeito aos fins desta newsletter, é o que os autores apresentam como sendo a evidência empírica sobre as empresas inovadoras. Ou seja, eles apontam uma lista de regularidades empíricas, ou fatos estilizados (um fato estilizado é uma aproximação teórica de um fenômeno observado empiricamente) que têm emergido de um grande número de estudos usando dados ao nível de empresas. Estes fatos são aqui apresentados em três blocos de questões, a saber:



a) Qual é a relação entre as atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e a inovação resultante?



Um grande número de estudos documentou uma significativa relação positiva entre produtividade e P&D, mas a relação é robusta somente na dimensão de cruzamento de empresas. Quanto ao nível de patenteamento da empresa e seu P&D, a relação positiva é muito robusta em ambas as dimensões. Os fatos estilizados são:



i- Fato Estilizado 1: A produtividade e o P&D entre empresas são positivamente relacionados, enquanto o crescimento da produtividade não é fortemente relacionado ao P&D da empresa;



ii- Fato Estilizado 2: Patentes e P&D são positivamente relacionados ao longo das empresas em um ponto no tempo e ao longo do tempo para dadas empresas.



b) Qual é a evidência empírica sobre os padrões de investimento em P&D?



Há uma grande literatura estudando se as grandes empresas são mais intensivas em P&D (i.e., devotam uma alta fração de receitas para P&D) que as empresas pequenas. Pelo menos entre as empresas que reportam P&D, a evidência sugere que P&D aumentam em proporção com as vendas. De toda forma, muitas empresas não reportam qualquer atividade de P&D mesmo em indústrias de alta tecnologia, e a intensidade de P&D varia substantivamente entre empresas mesmo no interior de indústrias estreitamente definidas. Os fatos estilizados são:



i- Fato Estilizado 3: A intensidade de P&D é independente do tamanho da empresa;



ii- Fato Estilizado 4: A distribuição da intensidade de P&D é altamente oblíqua, e uma considerável fração das empresas reportam zero P&D;



iii- Fato Estilizado 5: Diferenças em intensidade de P&D entre empresas são altamente persistentes;



iv- Fato Estilizado 6: O investimento em P&D da empresa segue essencialmente um caminho aleatório.



c) O que se pode dizer sobre a entrada, a saída, e a distribuição dos tamanhos das empresas?



Os fatos estilizados relacionados com esta questão são:



i- Fato Estilizado 7: A distribuição do tamanho das empresas é altamente oblíqua;



ii- Fato Estilizado 8: Pequenas empresas têm uma probabilidade menor de sobrevivência, mas aquelas que sobrevivem tendem a crescer mais rápido do que as grandes empresas. Entre as grandes empresas, as taxas de crescimento não são relacionadas com o crescimento passado ou com o tamanho da empresa;



iii- Fato Estilizado 9: A variância das taxas de crescimento é maior para as empresas pequenas;



iv- Fato Estilizado 10: Empresas jovens têm uma probabilidade maior de sair, mas aquelas que sobrevivem tendem a crescer mais rápido do que as empresas mais antigas. A fatia de mercado de um grupo de empresas entrantes geralmente declina à medida que o tempo passa.
 
fonte: http://www.creativante.com/ 2010

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Diferença entre conhecer e saber!

Diferença entre conhecer e saber!

 

Existe uma diferença entre conhecer e saber. Na administração estas palavras causam em muitos casos um impasse. Apenas conhecer o processo não lhe dá garantias de sua exatidão. Muitas empresas conhecem o processo e teimam em fazer o mesmo, por não saber “fazer diferente”. Em alguns casos é necessário inovarmos acompanhando as novas tecnologias e, sobretudo melhorarmos continuadamente.

 

O saber proporciona este grau de maturidade organizacional encaminhando a empresa rumo ao alcance de suas diretrizes. Uma forma clara de expormos estes conceitos é justamente perguntamos para nós mesmos e para a organização.

 

“Até que ponto se conhece o nosso negócio?” Para uma resposta assertiva, precisamos além do conhecimento do negócio, a sabedoria para sermos eficientes em nossa resposta.

 

Quantas empresas hoje fabricam, mas desconhecem o seu processo. A sabedoria em mapear os processos da organização deve ser utilizada a favor da organização.

 

Zezinho é um excelente vendedor, do tipo que vende “avião caindo”. Ele trabalha para a empresa “Alfa” e seu conhecimento, comprometimento e habilidades sempre lhe proporcionam a satisfação de metas vencidas! A organização que possui sabedoria consegue comungar da experiência de “Zezinho” e a compartilha com o seu grupo de vendas. Neste momento a sabedoria inova utilizando o que há de melhor dentro da sua própria equipe. Isto certamente será apreendido e compartilhado com visão de negócio da organização.

 

Por outro lado a empresa que não aprende com seus membros não consegue mapear os seus processos deixando à deriva o potencial de seus “zezinhos”; os “zezinhos” se vão, e com ele o conhecimento! Não houve sabedoria para o aprendizado e certamente esta empresa será “engolida” por seus concorrentes que aprendem.

 

Lembre-se em sua empresa existem vários “zezinhos” e o que sua empresa aprende com eles? Saber vai além de simplesmente conhecer; sendo traduzido por aprender, gerir melhores práticas, e reter os “zezinhos” que fazem a diferença de sua organização.

 

Conhecimento é saber que o tomate é uma fruta. Sabedoria é não colocá-lo em uma salada de frutas!

 

Tenham uma boa semana de trabalho...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Exportando Sapatos - Oportunidade ou Fracasso?

Uma grande empresa de sapatos enviou dois consultores para Índia para locais diferentes para fazerem as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.

 

Depois de alguns dias de pesquisa, um dos consultores enviou um faz dizendo: “ Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para Índia, Aqui ninguém usa sapatos”.

 

Sem saber deste fax, alguns dias depois, o segundo consultor mandou o seu: “Senhores, tripliquem o projeto de exportação de sapatos para Índia, Aqui ninguém usa sapatos, ainda!

 

Moral da história:

 

A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro. Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes. A sabedoria popular traduz essa situação na seguinte frase:

 

“Os tristes acham que o vento geme, os alegres acham que ele canta!”

 

As oportunidades podem ser as mesmas e o que muda é a sua forma de ver! O mundo é um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida faz toda a diferença.

 

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Vestibular...


21/10/2010


Hoje é um dia diferente... você passou no vestibular...

e estou muito feliz por saber que você é esta pessoa dedicada e objetiva no que pretende realizar...

Você é uma mocinha inteligente e merecedora de novos desafios e conquistas...

E nesta ocasião tão especial desejo por “todos” que gostam de você,


Muito sucesso a partir de agora!!!

SPS

sábado, 22 de maio de 2010

Workholic e Worklove

Trabalhar cerca de 12 horas por dia e perder finais de semanas inteiros tentando terminar um trabalho pode sim dar prazer e satisfação a uma pessoa e torná-la mais feliz. Essa pessoa é um worklover (pessoa que ama o trabalho). A tese é defendida pelo Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB (Universidade de Brasília) e é fruto de anos de pesquisas das relações entre o trabalho e o prazer. A idéia é modificar a crença de que toda pessoa que trabalha demais é um workaholic, ou seja, um viciado em trabalho que acaba afetando de modo negativo todos os outros aspectos da sua vida.

Mas o que exatamente marca a diferença entre uma definição e outra? De acordo com o coordenador do laboratório da UnB, professor Wanderley Codo, o workaholic encontra no trabalho uma maneira de fugir da vida, de não enfrentá-la. Em geral, esse indivíduo não encontra satisfação em sua vida sexual, afetiva e familiar. Tem poucos amigos ou dificuldades de se relacionar e, ao invés de tentar resolver essas questões, "mergulha" no trabalho onde não encontra tais dificuldades, tornando-o uma obsessão. "Já o worklover não, ele pode passar tempo demais dedicado ao trabalho, mas não foge da vida por causa disso. Essa pessoa dificilmente consegue separar o prazer ou lazer do que é trabalho. Trabalhar para ele é uma diversão", afirma o coordenador.

Segundo a definição do estudo, o worklover tem ótimas relações fora do ambiente de trabalho. A sua realização profissional até o ajuda em todas as outras relações sociais como nos relacionamentos amorosos. "Estar satisfeito com o que se faz é uma das maneiras essenciais de um ser humano adulto ser saudável, já que o trabalho - que toma a maior parte do dia - certamente tem influência sobre a saúde mental", diz Codo.

Profissionais que tornam-se worklover, segundo Codo, são aqueles que têm uma autonomia maior em suas tarefas profissionais. "Eles sentem que podem modificar o mundo com seu trabalho", afirma o coordenador, que se autodenomina um worklover. Profissões cuja rotina não faz parte do dia-a-dia, como professores, jornalistas e médicos, têm maior tendência a criar "apaixonados".

A falta de importância ou representatividade de um trabalho impede que um indivíduo encontre satisfação nele. Um exemplo, segundo Codo, são os bancários. Uma pesquisa recente realizada pelo laboratório, que inclusive será publicada em forma de livro, detectou que estes profissionais sofrem da chamada "síndrome do vazio". "Isso ocorre quando não se reconhece o produto do trabalho. Uma das melhores frases que ouvi de um bancário foi que ele `começa o dia com zero e termina com zero´. Não existe uma importância social no trabalho de um caixa, por exemplo.

O trabalho a fundo

Na psicologia o trabalho é o conceito dado a uma dupla relação de transformação entre o homem e a natureza geradora de significado. Mas o mesmo trabalho pode causar sofrimento, caso o circuito de geração de significado seja quebrado. Em outras palavras, o que o indivíduo produz tem que ter alguma importância para que ele se sinta realizado. De acordo com Codo isso pode acontecer, por exemplo, em fábricas nas quais o empregado apenas aperta parafusos e não participa da cadeia inteira da produção, ou ainda quando o indivíduo faz algo que não concorda e somente segue ordens. "Quando isso ocorre é o fim de qualquer relação, seja afetiva, social ou amorosa. A pessoa sofre de verdade", afirma.

Quando o trabalho cai na rotina, pode gerar dúvidas no indivíduo. Mas segundo Codo, a relação pode voltar ao normal com novos estímulos como mudanças de atitude ou de função.

Apaixonado pelo que faz, o professor e biólogo Martim Sander fala com alegria contagiante do trabalho que desenvolve há mais de vinte anos estudando e mapeando diversas aves e animais marinhos. "A maior sensação de prazer é quando se desvenda mistérios. Nesse meu trabalho lido sempre com novas descobertas."

Na sua rotina não existem muitos horários fixos a não ser os das aulas, que dá com o mesmo prazer com que realiza suas pesquisas de campo. "Não uso livros, uso a minha própria pesquisa e acredito que com isso consigo tornar as aulas mais interessantes para os alunos e para mim também", destaca. O professor diz ser capaz de passar dias quase sem dormir para terminar um trabalho no qual está envolvido demais. Já esteve 16 vezes na Antártida e em uma delas a estadia durou mais de 80 dias. Mas o professor afirma que não ama o ato de trabalhar em si e sim o tipo de trabalho que realiza. "Eu amo as aves, a verdade é essa! Se tivesse que realizar o mesmo tipo de trabalho com peixes, por exemplo, não sentiria tanto prazer e nem me dedicaria tanto."

Saúde mental

Especialista em saúde mental, o professor e pesquisador da Unicamp (Universidade de Campinas) e da FGV-SP (Fundação Getúlio Vargas), José Roberto Heloani, afirma que ama o seu trabalho, mas não se considera um worklover porque não concorda com o termo. "Isso não existe. O que existe é o indivíduo que trabalha com prazer e consegue equilibrar todos os campos da vida. Trabalhar em demasia acaba gerando um estresse de qualquer maneira, mas se esse estresse pode ser positivo se o indivíduo se sente realizado no que faz", afirma.

Na opinião de Heloani, infelizmente, a grande maioria das pessoas está insatisfeita com o trabalho e muitos acabam se torturando psicologicamente. "A cobrança é tão grande que essas pessoas dedicam tempo demais ao trabalho para conseguir alçar objetivos. Essa pessoa pode deixar em segundo plano os outros aspectos da vida e isso, a longo prazo, pode ser perigoso", diz. "Sabe-se hoje que tanto o trabalho quanto a diversão em proporções satisfatórias são critérios para avaliar um funcionamento psíquico saudável."

Para quem está insatisfeito com o trabalho ou a posição que ocupa profissionalmente, o especialista dá uma dica: "pense que isso é passageiro". A estratégia funciona principalmente para quem está no posto de estagiário ou de trainee. "Tenha em mente que o que está fazendo é temporário e que está trabalhando para que, no futuro, possa realmente sentir prazer no que faz". Mas Heloani alerta que isso só funciona se o indivíduo em questão tiver objetivos traçados. "Isso não adiantará se você não souber o que quer", finaliza.
 
"Nenhum vento é favorável, quando não se sabe para onde vai!"
Fonte: Crislaine Coscarelli - internet - http://www.universia.com.br
Nimbo

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Ser capaz de aprender e corrigir os próprios erros

Uma grande amiga, teve a oportunidade de ler alguns post´s deste blog.

Graças ao seu pronunciamento, tive a oportunidade de me deparar com um conceito antigo...

Minha avó dizia “Quem conta o conto, aumenta um ponto”, isto serve para a administração e para nossas próprias vidas... Muitas vezes não nos atentamos as coisas que nos são passadas e apenas replicamos, em alguns casos, replicamos de forma errada ...  Estes GAP´s podem causar em uma organização sérios danos morais e físicos.

O certo é que com isto aprendemos muito!

Tanto no profissionalismo como no âmbito organizacional, quando temos certeza de um fato, devemos pronunciar com embasamento das informações.

Assim peço desculpas à todos pelo texto “ 7 Dicas de Gestão Empresarial” no terceiro caso o Salmo 129, foi erroneamente divulgado e interpretado, sendo corrigido agora.

Salmo 129

Para se livrar das traições e dos traidores e alcançar a harmonia e a compreensão para viver em paz.

1 Gravemente me angustiaram desde a minha mocidade, diga agora Israel;
2 gravemente me angustiaram desde a minha mocidade, todavia não prevaleceram contra mim.
3 Os lavradores araram sobre as minhas costas; compridos fizeram os seus sulcos.
4 O Senhor é justo; ele corta as cordas dos ímpios.
5 Sejam envergonhados e repelidos para trás todos os que odeiam a Sião.
6 Sejam como a erva dos telhados, que seca antes de florescer;
7 com a qual o segador não enche a mão, nem o regaço o que ata os feixes;
8 nem dizem os que passam: A bênção do Senhor seja sobre vós; nós vos abençoamos em nome do Senhor.

Atenciosamente,

Nimbo.
SPS

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Sete dicas de gestão empresarial

1- Um rapaz vai a uma farmácia e pergunta:

Tem preservativo? Minha namorada me convidou para jantar esta noite na casa dela.

O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai. De imediato, volta, dizendo:

Senhor, dê-me outro. A irmã da minha namorada é uma gostosona, vive cruzando as pernas na minha frente. Acho que também quer me dar...

O homem dá o preservativo ao jovem. Ele volta, dizendo:

Quero outro. A mãe da minha namorada também é boa pra caramba. A velha vive se insinuando, deve ser mal comida, e como eu hoje vou jantar lá na casa delas...

Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a namorada ao lado, a mãe e a irmã à frente. Neste instante entra o pai da namorada. O rapaz baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar:

- Senhor, abençoa estes alimentos, blá,blá.. Damos graças por estes alimentos...

Passa-se um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando: - Obrigado Senhor...blá,bla...

Passam-se cinco minutos : - Abençoa Senhor este pão... Todos se
entreolham surpreendidos, e a namorada lhe diz ao ouvido:

Meu amor, não sabia que eras tão religioso...

E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico!

Conclusão: Não comente os planos estratégicos da empresa com
desconhecidos, porque essa inconfidência pode destruir a sua própria organização.

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2- Um homem está entrando no chuveiro enquanto sua mulher acaba de sair e está se enxugando.

A campainha da porta toca. Depois de alguns segundos de discussão para ver quem iria atender a porta a mulher desiste, se enrola na toalha e desce as escadas..

Quando ela abre a porta, vê o vizinho Nestor em pé na soleira.. Antes que ela possa dizer qualquer coisa, Nestor diz: - Eu lhe dou 3.000 reais se você deixar cair esta toalha!

Depois de pensar por alguns segundos, a mulher deixa a toalha cair e fica nua. Nestor então entrega a ela os 3.000 reais prometidos e vai embora. Confusa, mas excitada com sua sorte, a mulher se enrola de novo na toalha e volta para o quarto.

Quando ela entra no quarto, o marido grita do chuveiro:

- Quem era?

- Era o Nestor, o vizinho da casa ao lado, diz ela.

- Ótimo! Ele lhe deu os 3.000 reais que ele estava me devendo?

Conclusão: Se você compartilha informações a tempo, pode prevenir exposições desnecessárias.

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3- Um padre está dirigindo por uma estrada quando vê uma freira em pé, acostamento.

Ele pára e oferece carona. A freira aceita. Ela entra no carro, cruza as pernas revelando suas lindas pernas.

O padre se descontrola e quase bate com o carro. Depois de conseguir controlar o carro e evitar o acidente, ele não resiste e coloca a mão na perna da freira. A freira olha para ele e diz:

- Padre, lembre-se do Salmo 129! O padre, sem graça, se desculpa:

- Desculpe Irmã, a carne é fraca.... E tira a mão da perna da freira.

Mais uma vez a freira diz:

- Padre, lembre-se do Salmo 129!

Chegando ao seu destino a freira agradece e, com um sorriso
enigmático, desce do carro e entra no convento.

Assim que chega à igreja o padre corre para as Escrituras para ler o Salmo 129, que diz:

'Vá em frente, persista, mais acima encontrarás a glória do paraíso'.

Conclusão: Se você não está bem informado sobre o seu trabalho, pode perder excelentes oportunidades.

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4- Dois funcionários e o gerente de uma empresa saem para almoçar e na rua encontram uma antiga lâmpada a óleo.

Eles esfregam a lâmpada e de dentro dela sai um Gênio. O Gênio diz:

- Eu só posso conceder três desejos, então, concederei um a cada um de vocês!

- Eu primeiro, eu primeiro.' grita um dos funcionários... Eu quero
estar nas Bahamas dirigindo um barco, sem ter nenhuma preocupação na vida ' ..

Pufff e ele foi ....

O outro funcionário se apressa a fazer o seu pedido:

- Eu quero estar no Havaí, com o amor da minha vida e um provimento interminável de piñas coladas!

Puff e ele se foi ....

- Agora você - diz o gênio para o gerente..

- Eu quero aqueles dois palhaços de volta ao escritório logo depois do almoço para uma reunião!

Conclusão: Deixe sempre o seu chefe falar primeiro.

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5- Na África, todas as manhãs, o veadinho acorda sabendo que deverá conseguir correr mais do que o leão, se quiser se manter vivo.

Todas as manhãs o leão acorda sabendo que deverá correr mais do que o veadinho, se não quiser morrer de fome.

Conclusão: Não faz diferença se você é veadinho ou leão, quando o sol nascer, você tem que começar a correr..

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6- Um corvo está sentado numa árvore o dia inteiro sem fazer nada.

Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:

- 'Eu posso sentar como você e não fazer nada o dia inteiro?'

O corvo responde, sorrindo:

- 'Claro, porque não?'

O coelho senta no chão embaixo da árvore, e relaxa.

De repente uma raposa aparece e come o coelho.

Conclusão: Para ficar sentado sem fazer nada, você deve estar no topo.

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7- Um fazendeiro resolve colher algumas frutas em sua propriedade, pega um balde vazio e segue rumo às árvores frutíferas.

No caminho ao passar por uma lagoa, ouve vozes femininas que
provavelmente invadiram suas terras.

Ao se aproximar lentamente, observa várias belas garotas nuas se banhando na lagoa, quando elas percebem a sua presença, nadam até a parte mais profunda da lagoa e gritam:

- Nós não vamos sair daqui enquanto você não deixar de nos espiar e for embora.

O fazendeiro responde:

- Eu não vim aqui para espiar vocês, eu só vim alimentar os jacarés!

Conclusão: A criatividade é o que faz a diferença na hora de
atingirmos nossos objetivos mais rapidamente. 


fonte: grupo de emails internet



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Ostra Feliz não faz Peróla

Rubem Alves é um escritor brasileiro que em seu livro “Ostra Feliz não Faz Pérola” diz que só conseguimos produzir quando temos alguma coisa nos incomodando, como a pérola, que é uma defesa da ostra.





Se fizermos uma comparação com nossa vida, podemos utilizar essa analogia para comparar os atos que fazem grande diferença, da inércia profissional, e zona de conforto. Os grandes poetas antigos, afirmavam que, só era possível compor letras, poesias e músicas extraordinárias depois de uma desilusão, uma tristeza e algum sofrimento.
Caso contrário, o trabalho ficava sem algo a mais, sem nenhum apelo, e acabava não fazendo sucesso. Até hoje é essa tradição ou boato tem espaço na mídia e, muitos artistas continuam concordando com essa vertente.

Por outro lado, empresas que estavam mergulhadas na crise, com grande risco de demissão em massa, no final de 2008, conseguiram cruzar a linha do segundo semestre de 2009 com um pequeno crescimento. Isso acontece, porque, devido à crise, os esforços dos funcionários tiveram que aumentar, para que a empresa não sofresse tanto com a recessão e seus empregos fossem assegurados.
Com isso, eles tiveram que fazer mais do que antes, para entregar o mesmo resultado. Com a promessa do fim da crise e o re-estabelecimento de algumas empresas, foi possível, além da recuperação um pequeno índice de crescimento, como demonstram as bolsas e os indicadores econômicos do país.

O que isso tudo quer dizer?

Quer dizer que quando somos exigidos, ou exigimos mais de nós mesmos, somos obrigados a entregar MAIS. Por isso, a única alternativa é sermos indivíduos incomodados, cobrando sempre mais de nós mesmos. Não é preciso apenas cobrar mais.
No final do dia, temos que estar melhores do que o dia anterior e, ainda por cima temos que ter tirado uma lição. Temos que aprender algo novo diariamente e se, no final do dia, ao fazermos a nossa reflexão diária sobre o que aprendemos e sobre o que fizemos a mais do que o dia anterior, a nossa resposta tem que ser positiva. Ou seja, temos que ter, todo o dia aprendido alguma coisa nova, conversado com pessoas novas, lido coisas novas, feito coisas que não gostamos para que, no final do dia, tenhamos terminado melhor do que iniciamos.

Assim, se você não gosta de ler, obrigue-se a estudar pelo menos uma hora por dia. Se não gosta de escrever, force-se a escrever vinte minutos por dia. Se não gosta de participar de reuniões, comece participando das reuniões de dentro de sua empresa. Assim, quando começamos a dar mais do que estávamos acostumados a dar, conseguimos também, fazermos mais do que estávamos acostumados a fazer.
Se todo o dia for igual ao outro, no final do mês, do semestre, do ano, da vida, não teremos feito nada de extraordinário, não teremos feito nada além do que aquela conduta mediana e nada além da nossa obrigação. Ficar na média, fazer apenas nossa obrigação, sem esforço, nem nenhuma cobrança (interna ou externa), não nos vai permitir produzir nenhuma pérola.

Portanto, o segredo é NUNCA se contentar com o resultado mediano. Não há segredo, não há macetes nem atalhos. O resultado só é obtido com trabalho duro, estudo, e sempre nos doarmos um pouco a mais. Eu gosto muito de brincar com o fato de que todas as pessoas pensam em progredir no futuro, mas pouquíssimas pessoas realmente estão fazendo algo pelo futuro.
Se você está esperando aquela promoção e não consegue, deve ser porque não está fazendo nada extra. Se você quer um plus, precisa dar algum extra em troca. Se a promoção saiu para outra pessoa, deve ser porque os esforços dela, em algum sentido, em algum ponto, foram maiores do que os seus.

Ok, ok. Eu estou falando aqui de funcionários e empresas profissionais. Obviamente que por aí existem inúmeras empresas onde, quem cresce é quem faz mais o joguinho da política e da demagogia, portanto descarte, porque será impossível crescer.
Neste caso, o único remédio é partir para outra oportunidade, e continuar sempre entregando mais do que é pedido.

Sirva de exemplo para você mesmo, para a sua família e para todos os que trabalham ao seu redor. Estar incomodado é querer que cada dia vivido signifique uma evolução no final.
Assim, cada dia serve de aprendizado, estímulo e força para dar o próximo passo. Esteja incomodado. Não aceite condutas medianas, resultados medianos, idéias medianas, respostas medianas, pessoas medianas, nem rotinas medianas.
Pense sempre um pouco mais, pergunte um pouco mais, trabalhe, leia, estude, viva, esforce-se sempre um pouco mais.

Dizem os estudiosos que, uma conduta demora, aproximadamente, 21dias para se transformar em um hábito. Daí, quando você se acostuma, quando as coisas começam a virar rotina e a cultura do incomodismo estiver impregnada em você, será muito mais fácil produzir pérolas sem precisar se machucar, sem precisar de pressão, sem precisar sofrer.
Por que é disso que as empresas precisam: de funcionários incomodados, de pessoas comprometidas, com sentido de urgência e sem tempo a perder. É de empreendedores assim que a sociedade e que as empresas precisam.
Seja dentro ou fora das empresas, seja empreendedor, seja a diferença, seja o exemplo e faça aquilo que precisa ser feito, sempre um pouco mais, por você, pelos outros e pelo seu presente.

Caso contrário, não venha depois me perguntar o que estava errado, ok?

Acorda!! Tá na hora de mudar o mundo!
Fonte: Ostra feliz não faz peróla – Rubens Alves
Comentários do texto: internet

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A profissão na era da Sustentabilidade

Texto: Sergio dal Sasso

 

Sempre digo que a evolução da palavra lucro é decorrência natural por estarmos em um mundo cada vez mais competitivo, aonde a conquista dos resultados que no passado era representada apenas pela parte palpável do dinheiro em espécie, cada vez mais é dependente do conceito de “limpeza, forma de distribuição e participação” que os outros esperam de você.

 

Mesmo tendo sido presença constante em fóruns e debates sobre o tema empreendedorismo sustentável e sua adição no dia a dia dos diversos setores econômicos. Como observador, é fato de que vivemos um momento aonde estamos despertando para a prática do “ser sustentável” e como alunos, aprendendo a assumir nossa parte responsável disso tudo.

 

Em simples palavras ainda estamos muito mais pelo falar do que realmente se envolver. Mais do que os investimentos necessários e as velhas idéias de que projetos não monetários, não dão retorno, dependemos de uma revisão de conceitos educacionais, de conscientização pela necessidade de fazer e recuperar. Dependemos do amor, gosto, custos e sacrifícios pessoais, como itens a serem incorporados e necessários para um assumir participativamente com algo adicional ao óbvio cotidiano e assim dar extensão e êxito nessas causas.

 

O histórico recente dos acontecimentos sejam políticos, ambientais ou sociais, nos levam a pensar em agir, em fazer a nossa parte, se não pelo espírito solidário, pelo menos por um iniciar pelo entendimento de sobrevivência e dependência dos outros no médio e longo prazo. Preservar e valorizar o meio a onde estamos é garantir alternativas para que a sociedade possa respirar com saúde e educação e assim continuar seus sonhos de progredir aumentando o grau de acesso e evolução como consumidores em potenciais.

 

Não sou o filho da sustentabilidade, cresci no meio dessas mudanças e preocupações. Estou aprendendo sobre isso, não nas teses, mas no como posso contribuir com o pouco que sei, incluindo transparência e resultados que possam ser medidos e somados a minha própria cidadania.

Agradeço ao amigo Gabriel, de quem sou pai, pelo o que vem me ensinando, fazendo-me entender que podemos ser parte da construção de um mundo melhor, mais digno, transparente e exigente. Afinal, a renovação de valores enquanto empresa, marca ou pessoa, dependerá sempre da visão perceptiva que tivermos desses nossos pequenos e futuros compradores, fornecedores e executores.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Afinal, de quem é o problema???

Lição do Rato.

 

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

 

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.

Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.

Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!

A galinha:

 

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e:

 

- Há ratoeira na casa, ratoeira !

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:

 

- Há ratoeira na casa,

- O que ? Ratoeira ? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.

 

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

 

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.

 

Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.

O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar

o ingrediente principal.

 

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.

 

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

 

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

 

Moral da História:

 

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. 

 

O problema de um é problema de todos!

 

PS.: excelente fábula para ser divulgada principalmente em grupos de trabalho!

" Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos "

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Revolução dos Bok´s

Segue um assunto interessante, a revolução dos bok´s já começou, pense em algo
estratégico, e alguém já tem prontinho um bok para a estrategia pensada...

Apenas para informação... aos candidados do PMbok, temos concorrentes em todas
as áreas...

A área de TI cada dia conta com mais (e melhores) corpos de conhecimento para
vários papéis de engenharia de software, gerência e outras áreas. Compilo aqui
um conjunto de BOKs de renome reconhecido e de grande valor para projetos de TI.

PMBOK: Clássico corpo de conhecimento do PMI. Atualmente em sua quarta
edição(inclusive em português), compila as melhores práticas para a gerência de
projetos para as áreas de gerência integrada, de escopo, qualidade, custo,
prazo, recursos humanos, aquisições, riscos e comunicações. Outros excelentes
corpos de conhecimento do PMI incluem o corpo de conhecimento para gerência de
portfólios de projetos e o corpo de conhecimento para gerência de programas
(conjunto de projetos relacionados em um tema).

SWEBOK: Iniciativa de grande qualidade do IEEE, traz um excelente conjunto de
referências para informações primárias sobre requisitos, desenho, construção,
implementação, qualidade de software, gerência de projeto, processos de
software, ferramentas e métodos.

BABOK 1.6 e 2.0: Corpo de conhecimento para modelagem de processos de negócio do
Instituto Internacional de Analistas de Negócio.

EABOK: Corpo de conhecimento de arquiteturas corporativos do MITRE. Outros
corpos de conhecimento sobre arquitetura corporativa incluem o

DODAF (do Departamento de Defesa Americano),

MODAF (Governo Inglês),

SEI Feature Oriented Domain Analysis,

TOGAF ( do Open Group) e talvez o mais conhecido deles, o Zachman Framework.

USBOK - Usability Body of Knowledge: Corpo de conhecimento de usabilidade da
associação de professionais de usabilidade.

Estes são os principais e existem outros... muitos outros...

 

Seu funcionários sabe administrar o seu salário?

Seu funcionário sabe administrar o salário?Dinheiro no bolso é um dos sinônimos de felicidade. Que funcionário feliz é mais produtivo e eficiente, tomo mundo sabe. Pensando nisso, porque não instruir seu colaborador a administrar o salário de forma congruente?

Muitas vezes, ao receber o salário, achamos que o melhor a se fazer é pagar todas as dívidas de uma vez, nos esquecendo do resto do mês. Para arcar com as despesas ao decorrer deste período, precisamos pensar nos gastos essenciais a curto, médio e longo prazo. É claro que as pessoas não podem deixar de quitar suas contas. Para tanto, pode-se avaliar, antecipadamente, datas de vencimentos, taxas de juros e possibilidades de descontos no pagamento total da fatura. São dicas que podem ser úteis para sua empresa e também para seus colaboradores.

Na indicação de pontos indispensáveis você pode, por exemplo, procurar saber como seu funcionário gastou o 13º salário. Leve em conta que o ideal para ele seria se conscientizar que o décimo terceiro é um dinheiro extra, e não parte do orçamento do mês, por isso, deve ser direcionado ao pagamento de despesas ou para algum tipo de investimento, como a poupança, e não para pagar contar do orçamento mensal.

Nesse sentido, também é apropriado indicar a utilização do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), caso o empregado não tenha imóvel próprio, para a compra de um. O FGTS é constituído por depósitos realizados pelas empresas em nome dos seus colaboradores contratados com carteira assinada e administrado pela Caixa Econômica Federal (CEF). O empréstimo disponibiliza pagamento parcial ou total do valor na aquisição de imóvel residencial urbano e também financiamento na construção de um imóvel residencial.

Investir em algo concreto, como a compra de um imóvel; saber administrar os pagamentos mensais ou mesmo o recebimento do 13º salário, e ter dinheiro para as necessidades extras, são fatores que tranqüilizam a vida de qualquer pessoa. Trabalhar despreocupado e confiante qualifica a produção e o ambiente de trabalho. Como empregador, transmitir informações úteis e didáticas para seus colaboradores, como gerenciamento do salário, é uma forma simples de criar um relacionamento sólido. Para o empregado, nada melhor do que ter um chefe preocupado e engajado a lhe ajudar com as dificuldades contábeis.

Dora Ramos atua no mercado contábil-administrativo há mais de vinte anos. É fundadora e diretora responsável pela Fharos Assessoria Empresarial.

Fonte : http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Gente Boa, Comportamento e Gestão

Empreendedorismo, Vendas e Educação Empresarial e Profissional - Palestras - www.sergiodalsasso.com.br)

Na rota pelo empreendedorismo e competitividade temos que atentar pelas formas do como conduzir nossos desejos transformando as atitudes em algo que resulte a favor, pois as decisões mesmo quando sábias sempre dependem de serem melhoradas e aceitas.

 

Todo o resultado é algo a ser conquistado pela combinação entre “o como” e “o que” se oferta. O sucesso de uma atividade será facilitado quando nos equipamos de condições que facilitem as relações ao longo da vida profissional, rumo a sua sustentação e evolução.

 

O que ofertamos provém de algo que originalmente se fez por idéias, que na maioria dos casos são motivadas por aptidões que acreditamos ter, para que possamos estimular os impulsos da partida e seus movimentos rumo aos objetivos e planos executáveis.

 

Os elos da gestão exigem evoluções nos conhecimentos, para contribuição de melhorias na competência estratégica (entendimento, ação e tiros certos). A evolução estratégica é algo a ser adquirida através da investigação contínua das atividades ligadas a operação (processos, qualidade...), visão gerencial econômica (mercado, vendas, custos...) e financeira (regime de caixa, capital de giro e prazos...).

 

Conhecer o todo, é parte do esforço para que uma profissão tenha sucesso, mas digamos que tudo isso é parte do tangível de um negócio. O outro lado desta história é o de aprender a incorporar valores que nos transformem em seres comunicadores, de fácil entendimento, de características bem transparentes e aptas na gestão comportamental frente à construção dos relacionamentos, sua integração e aceitação.

 

A primeira avaliação para um iniciar de ano é a necessária revisão das próprias ausências que se caracterizaram pelos resultados anteriores, começando com os menos satisfatórios. Se você já fez sua analise e identificou erros aprendendo algo com eles, já está no ponto para ser mais assertivo. Daqui para frente seja tudo de melhor, mas não deixe de adicionar umas pitadas de empatia no que está fazendo, ficando mais solto, sem que perca sua direção e objetivos. 

 

A empatia significa que antes de se obter a quantidade e qualidade que se espera, é necessário ter mais harmonia e prazer nos contatos com quem temos que manter e conquistar, de forma a procurar se encontrar sempre com motivos para sorrir além da imagem, tipo como reter satisfação espiritual dentro do mundo que você está criando e acredita.

 

No resto ficar de cabeça empinada, se achando o tal dono da área, sei lá, mas normalmente acabamos naquela de se perguntar “poxa tava tudo certinho e porque não aconteceu”!

 

Fonte: www.sergiodalsasso.com.br

Sem união, tudo perde o nome e mais o ser

Leia, com toda a atenção, os trechos do Sermão do Santíssimo Sacramento, pregado pelo Padre Antônio Vieira (1608-1697), em Santa Engrácia, no ano de 1662. Ele fala sobre a união. Veja como, o que ele diz no século XVII, se aplica aos dias de hoje.

“Toda a vida (ainda das coisas que não têm vida) não é mais que uma união. Uma união de pedras é edifício: uma união de tábuas é navio: uma união de homens é exército. E sem essa união, tudo perde o nome e mais o ser. O edifício sem união é ruína: o navio sem união é naufrágio: o exército sem união é despojo. Até o homem (cuja vida consiste na união de alma e corpo) com união é homem, sem união é cadáver.
  “... Por mais alta que esteja a cabeça, se não está unida é pés. Por mais ilustre que seja o ouro, se não está unido é barro. Nobreza e desunida, não pode ser, pois em sendo desunida, deixa de ser nobreza. É vileza.
  “... Para derrubar um reino e muitos reinos onde há desunião, não são necessárias baterias; não são necessários canhões; não são necessários trabucos; não são necessárias balas, nem pólvora. Basta uma pedra: o lápis.
  Para derrubar um reino e muitos reinos onde falta a união não são necessários exércitos, não são necessárias campanhas, não são necessárias batalhas, não são necessários cavalos, não são necessários homens, nem um homem, nem um braço, nem uma mão.  Nós temos muito boas mãos e o sabem muito bem os nossos competidores. Mas se não tivermos união, nem eles haverão mister mãos para nós, nem a nós nos hão de valer as nossas.”
 
 A verdade, de ontem e hoje, é que sem união nada sobrevive, não pode haver sucesso. Nesta semana faça uma reflexão sobre o valor da união para sua vida pessoal e profissional. Lembre-se que “sem união, tudo perde o nome e mais o ser”.
 Pense nisso.

Sucesso!

 

Fonte: http://www.anthropos.com.br – Prof. Marins

 

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Regras da vida




Tese de um pensador russo chamado Gurdjieff. Ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Dizem os experts em comportamento que, quem já consegue assimilar 10 delas, seguramente aprendeu a viver com qualidade interna.
Ei-las:


1. No máximo a cada duas horas de trabalho, faça pausas de dez minutos. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.

2. Aprenda a dizer "não" sem sentir culpa ou achar que magoou alguém. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.

3. Planeje seu dia, mas deixe sempre um bom espaço para improviso, consciente de que nem tudo depende de você.

4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você se exaure.

5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua atuação, a não ser você mesmo.

6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimônias.

7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.

8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.

9. Tente descobrir o prazer de fatos cotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem também achar que é o máximo a se conseguir na vida.

10.Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a ação.

11.Família não é você: ela está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.

12.Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, a trava do movimento e da busca.

13.É preciso ter sempre alguém em que se possa confiar e com quem falar abertamente, próxima de você ou, no máximo, num raio de cem quilômetros. Não adianta estar mais longe.

14.Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância sutil de uma saída discreta.

15.Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falaram bem, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.

16.Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é ótimo... para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.

17.A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.

18.Uma hora de intenso prazer substitui, com folga, três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.

19.Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.

20.Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: você é aquilo que fizer de você mesmo.

fonte: internet

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Comprometimento do profissional depende também da empresa




Pesquisa realizada pelo ISE (Instituto Superior da Empresa) aponta que 36% dos diretores gerais e de RH (Recursos Humanos) que responderam ao estudo consideram a pouca iniciativa por parte dos funcionários um dos problemas mais relevantes para as empresas.

Segundo o professor do departamento de Gestão de Pessoas do ISE, Cesar Bullara, a pouca iniciativa tem relação com o engajamento do colaborador, que só se conquista quando a empresa também se engaja e se compromete com o funcionário.

“A gente só se compromete naquilo que achamos que vale a pena, que nos complemente de um modo, ou que a gente percebe um conjunto de valores”, disse Bullara.

Interesse dos funcionários

De acordo com o professor, para o funcionário se comprometer com a empresa, é necessário que haja três fatores, os quais a companhia precisa reconhecer: salário, satisfação e enriquecimento pessoal.

A remuneração deve ser equivalente ao nível profissional do colaborador e a satisfação, estar relacionada ao tipo de tarefa que o funcionário realiza. Além disso, ele precisa sentir que o que faz vale a pena e que os valores da organização têm relação com os seus.

Contratação

Para 68% dos diretores que responderam a pesquisa, contratar um funcionário é o problema mais relevante. Isso porque é difícil encontrar uma pessoa adequada para o cargo, ainda mais quando se trata da substituição de um profissional que era valioso para a empresa.

Segundo o professor, essa dificuldade sempre estará presente, porque o mercado está cada vez mais competitivo.

Outros problemas

Ainda na pesquisa, diretores gerais e de RH apontaram outros problemas, como falta de compromisso por parte dos funcionários (27%), absenteísmo (23%), dificuldade para conciliar trabalho e família (17%), resistência dos funcionários à mobilidade geográfica (15%) e baixas por stress (9%).

FONTE:WWW.ADMINISTRADORES.COM.BR